Aditivos antivirais e o avanço da vacinação contra COVID-19

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Nessa semana, atingimos o marco de 50% da população brasileira vacinada com duas doses ou dose única da vacina contra a COVID-19! Essa porcentagem equivale, aproximadamente 108 milhões de brasileiros. Apesar desse número, ainda não estamos no fim da pandemia e a tão falada imunidade de rebanho ainda não foi atingida. Para garantirmos mais segurança nesse período e construirmos um futuro mais preparado, os aditivos antivirais desempenham um papel importante! Mas, antes de comentar sobre isso, vamos rever algumas definições!

Você já ouviu falar em imunidade de rebanho?

A imunidade de rebanho é também chamada de coletiva. Trata-se de um termo utilizado para definir uma proteção indireta contra infecções. Ou seja, acredita-se que quando há muitos indivíduos já imunizados, eles serão resistentes a novas infecções do mesmo patógeno e permitirão a criação de uma barreira que interrompa a cadeia de transmissão. Dessa forma, protege-se indiretamente aqueles que não foram imunizados. Em alguns casos, é possível a eliminação ou até mesmo a erradicação de uma doença.

Inicialmente, falava-se que seria necessário 50% da população vacinada para que a imunidade coletiva fosse alcançada para o caso da COVID-19. Entretanto, com o avanço da doença e o aumento dos estudos a respeito, um novo número surgiu: 70%. Ou seja, 70% da população brasileira deve tomar a vacina contra a COVID-19 para que possamos atingir a imunidade de rebanho. Mas, será que é isso mesmo?

Imunidade coletiva com 70% da população vacinada?

Infelizmente, não! Os cálculos usados como base para a determinação dessas porcentagens não levam em conta dois grandes fatores: a forma como a vacina funciona e a presença de variantes.

Os imunizantes desenvolvidos contra a COVID-19 tem como objetivo evitar casos graves da doença e minimizar sintomas, fortalecendo o sistema imunológico do indivíduo. Porém, eles não impedem que você contraia o vírus! Por esse motivo, a vacinação é extremamente importante, mas ela não garante que você não irá transmitir o vírus da COVID-19. Além disso, com o avanço da doença, inúmeras variantes são detectadas. Atualmente, as que geram maior preocupação, de acordo com a OMS, são as variantes alfa, beta, gama e delta.

Como se proteger?

Primeiramente, a vacinação é indispensável! É através dela que conseguiremos controlar de forma mais eficaz os casos graves de COVID-19. Adicionalmente, é essencial tornar os produtos e ambientes mais seguros contra os vírus! E um dos melhores caminhos para isso é através da nanotecnologia. Com ela podemos transformar materiais comuns em protagonistas no combate aos vírus!

Solução antiviral S3nano

Materiais aditivados com a tecnologia antiviral S3nano são capazes de combater o vírus por si só! Entenda que uma embalagem plástica comum é capaz de manter o SarsCoV2 ativo por até 3 dias. Entretanto, se tal embalagem for feita com um polímero aditivado com antiviral S3nano, em poucos minutos, 99,9% dos vírus serão eliminados. Assim, mantém-se a segurança de quem utiliza o produto e reforça a segurança do ambiente como um todo!  E a melhor parte: nossos aditivos antivirais podem estar presentes em uma infinidade de superfícies e materiais, desde uma pequena embalagem, até na composição de um ônibus inteiro!

Para entendermos um pouco mais sobre essas possibilidades, a incorporação do aditivo nos materiais é feita ainda em fábrica. O principal objetivo é que o material fique homogeneamente protegido! E o mais incrível disso tudo é que, diferente dos produtos de limpeza convencionais, o aditivo é constituído de partículas sólidas nanoestruturadas. Ou seja, não evapora! Dessa forma, garante-se a proteção permanente do material, sem a perda de eficácia!

Além dos plásticos, a adição do aditivo antiviral pode ser feita em tecidos, papel, aço inox e inúmeros outros. Assim, possibilitamos que tanto a matéria prima quanto o produto final estejam protegidos!

Nossos aditivos possuem eficiência no combate a um amplo espectro de vírus, incluindo envelopados (estrutura do vírus da COVID-19), mas também não-envelopados (como o Adenovírus Humano), que são estruturas de vírus mais resistentes.

Dessa forma, contaminações cruzadas, infecções e até mesmo situações pandêmicas podem ser minimizadas com a proteção de superfícies.  Já imaginou se todos os produtos ao nosso redor tivessem este tipo de tecnologia? Com certeza, estaríamos mais preparados para um futuro mais seguro contra os microrganismos!

Nós já falamos um pouco da luta contra com microrganismos que mundo veem enfrentando ao longo da história. Não vamos esperar um novo vírus para nos protegermos. Chegou a hora de nos adaptarmos e usarmos soluções nanotecnológicas! Entre em contato com a nossa equipe e descubra como a sua empresa pode fazer parte dessa revolução com a gente!

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